UM OLHAR PARA A CIDADE !!!
Por um tratamento mais justo
Nas últimas semanas o povo brasileiro tem assistido a um intenso debate de linguistas sobre o livro recém-adotado pelo MEC, Por uma Vida Melhor. Nessa obra a autora Heloísa Ramos diz que “os menino pega o peixe” não é uma frase errada e que é apenas uma variante do português tradicional e pode ser empregada, desde que observada a situação.
A linha de pensamento da autora, por mais que discordem, possui muita lógica. Somente resolvi escrever sobre o tema quando vi uma série de entrevistas com pessoas que comentavam o tema. Me chamou a atenção uma declaração de Cristovam Buarque, senador pelo Distrito Federal, em que ele diz que “só conheço um tipo de português, o correto” Mas é justamente a acepção da palavra correto neste contexto que a autora quer discutir.
Uma frase tem que ter sentido para existir. Os menino pega o peixe é uma frase que passa uma mensagem absolutamente completa, qualquer pessoa que seja minimamente alfabetizada captará o sentido dessa frase. Mas para algumas pessoas a frase “Os ingratos são como as varejeiras; pois assim como estas empeçonham o corpo que as sustenta, eles vendem os protetores que os agasalham.” (José de Alencar) não tem sentido nenhum, não passa de um emaranhado de “palavras bonita”.
Outra coisa na qual devemos pensar é que, criticas tão pesadas ao trabalho da autora, inclusive partindo de jornalistas que nem se quer se deram ao trabalho de ler o capítulo todo do livro, não seriam o que a própria Heloísa chama de preconceito linguístico?
O português popular existe. Todas as línguas têm sua variante popular. Se fossemos preservar tanto a língua o próprio português não existiria, pois essa flor do Lácio, foi, um dia, apenas uma maneira errada de falar latim. E se formos parar para pensar, o que sobreviveu? O que estava nas leis e livros, ou o que estava na boca do povo? Habitue-se. Tudo muda. A língua também.
Por: BSBruno
Um abraço e até breve !
Scellmo Allbëresz
Nas últimas semanas o povo brasileiro tem assistido a um intenso debate de linguistas sobre o livro recém-adotado pelo MEC, Por uma Vida Melhor. Nessa obra a autora Heloísa Ramos diz que “os menino pega o peixe” não é uma frase errada e que é apenas uma variante do português tradicional e pode ser empregada, desde que observada a situação.
A linha de pensamento da autora, por mais que discordem, possui muita lógica. Somente resolvi escrever sobre o tema quando vi uma série de entrevistas com pessoas que comentavam o tema. Me chamou a atenção uma declaração de Cristovam Buarque, senador pelo Distrito Federal, em que ele diz que “só conheço um tipo de português, o correto” Mas é justamente a acepção da palavra correto neste contexto que a autora quer discutir.
Uma frase tem que ter sentido para existir. Os menino pega o peixe é uma frase que passa uma mensagem absolutamente completa, qualquer pessoa que seja minimamente alfabetizada captará o sentido dessa frase. Mas para algumas pessoas a frase “Os ingratos são como as varejeiras; pois assim como estas empeçonham o corpo que as sustenta, eles vendem os protetores que os agasalham.” (José de Alencar) não tem sentido nenhum, não passa de um emaranhado de “palavras bonita”.
Outra coisa na qual devemos pensar é que, criticas tão pesadas ao trabalho da autora, inclusive partindo de jornalistas que nem se quer se deram ao trabalho de ler o capítulo todo do livro, não seriam o que a própria Heloísa chama de preconceito linguístico?
O português popular existe. Todas as línguas têm sua variante popular. Se fossemos preservar tanto a língua o próprio português não existiria, pois essa flor do Lácio, foi, um dia, apenas uma maneira errada de falar latim. E se formos parar para pensar, o que sobreviveu? O que estava nas leis e livros, ou o que estava na boca do povo? Habitue-se. Tudo muda. A língua também.
Por: BSBruno
Um abraço e até breve !
Scellmo Allbëresz

Nenhum comentário:
Postar um comentário