segunda-feira, 25 de abril de 2016


UM OLHAR PARA O INTERIOR !!!




Fracasso, por quê ?

“Sabendo, pois, Jesus que haviam de vir arrebatá-lo, para o fazerem rei, tornou a retirar-se, ele só, para o monte. E, quando veio a tarde, os seus discípulos desceram para o mar. E, entrando no barco, atravessaram o mar em direção a Cafarnaum; e era já escuro, e ainda Jesus não tinha chegado ao pé deles. E o mar se levantou, porque um grande vento assoprava. E, tendo navegado uns vinte e cinco ou trinta estádios, viram a Jesus, andando sobre o mar e aproximando-se do barco; e temeram. Mas ele lhes disse: Sou eu, não temais. Então, eles, de boa mente, o receberam no barco; e logo o barco chegou à terra para onde iam” (João 6.15-21).

Sabemos que o fracasso pode acometer a vida de qualquer pessoa. No entanto, nem todos entendem por que os seus projetos fracassam. Muitos veem desmoronar os planos que durante anos idealizaram. Festas que, em vez de promover alegria, terminam em tristeza; casamentos que se dissolvem; empresas que vão à falência; sonhos de igrejas, de ministérios, de famílias, que são frustrados, são bons exemplos disso. Mas, afinal de contas, por que isso acontece? É necessário que busquemos resposta a essa questão, à luz da Bíblia.
 Vejamos o que os discípulos fizeram, de acordo com o texto de João, descrito acima. Eles saíram da presença de Jesus e, enquanto o Senhor subiu para o monte, eles foram para o mar. Como consequência desse ato, eles foram levados a alto mar, em meio a águas revoltas pelo vento. Isso nos mostra que nós nunca devemos ir a lugar algum, onde Jesus não esteja, também não podemos seguir nenhum caminho, sem a direção do Senhor. Nesse texto, os discípulos abriram mão da presença de Jesus, não reivindicaram, não discutiram e sequer clamaram para que Ele ficasse. E, então, o mar se levantou.

Já no Antigo Testamento, é possível encontrar um outro personagem que agiu diferente: Moisés. Ele que sempre deu importância à presença do Senhor, mas, ainda assim, o povo que o seguia preferiu adorar a um bezerro de ouro. Então Moisés clamou ao Senhor e Ele respondeu que cumpriria a aliança que fizera com Abraão, Isaque e Jacó, mas que não mais os acompanharia naquela marcha, ao invés disso, enviaria um anjo para ajudá-los a obter vitórias. No entanto, Moisés não abriu mão da presença do Senhor (Ex.33.15).
 Ele se recusou a seguir apenas sob a proteção do anjo do Senhor, porque sabia que era a presença de Deus em Israel que havia separado este povo de todas as outras nações. E isso também se aplica a nós, pois a única coisa que nos distingue dos incrédulos é a presença de Deus, capaz de nos orientar, nos guiar e operar Sua perfeita vontade em nós e por meio de nós.
Jesus esperava que seus discípulos agissem como Moisés, que preferiu ficar no deserto, a seguir sem a presença do Senhor. Ele queria que sua presença fosse reivindicada, clamada, desejada. Mas, como não aconteceu assim, Ele disse: “podem ir para o mar, que eu irei para o monte”. Respondendo, pois, à pergunta fracasso, por quê?

Porque sem a presença de Deus, todos os projetos de uma vida tendem a fracassar. É a ausência de Deus que faz com que casamentos se desfaçam, algumas festas sejam tristes, os sonhos sejam frustrados. Não há como alguém obter sucesso em algo, sem a presença de Jesus. Temos que estar onde o Mestre está, ir para onde o Mestre for. Só Ele é garantia de sucesso. Muitos barcos não chegam ao seu destino, naufragam no meio do caminho, porque abrem mão da presença de Jesus. Que o Senhor nos abençoe.
 Pr. Jorge Linhares

A Paz de JESUS seja com todos


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