sexta-feira, 21 de junho de 2013

um olhar para o interior

UM OLHAR PARA O INTERIOR


           “Meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como vos amei”.    João cap. 15 v. 12

              Conheço um homem muito bem próximo a mim, que como cristão, nas suas orações, pedia a Deus para amar a todos como ele era amado por Jesus, e nesse todos, incluía-se os seus inimigos. Quem não quer amar e ser amado? Quem não quer agradar ao senhor amando aos seus semelhantes?

               O amor é um sentimento grandioso, profundo que transcende o entendimento humano. Nas várias definições humanas declaradas por filósofos, poetas, cantores e amadores perceberam que se trata de algo extremamente bom, porém sentimos um limite no poder descritivo e conceitual, mesmo que na alma haja um sentimento de que o amor é maior do que qualquer conceito, interpretação ou entendimento humano. Na carta do apóstolo Paulo aos coríntios ele descreve, movido pelo Espírito Santo que:

“O amor é sofredor
É benigno;
O amor não é invejoso;
O amor não trata com leviandade, Não se ensoberbece,
Não se porta com indecência,
Não busca os seus interesses,
Não se irrita,
Não suspeita mal;
Não folga com a verdade;
Tudo sofre,
Tudo crê,
Tudo espera,
Tudo suporta
O amor nunca falha;
 Mas havendo profecias, serão aniquiladas;
 Havendo línguas, cessarão; Havendo ciência, desaparecerá.
Porque, em parte conhecemos, e m parte profetizamos...” Icol. 13. 4-9

             Agora percebemos que o amor é uma pessoa que declara “ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém sua vida pelos seus amigos” Jo. 15.13
E isso JESUS o fez. O amor só existe no interior do homem. É fácil dominar e subjugar o mundo exterior, mas conduzir o homem interior no caminho do amor é muito difícil porque a condição humana está inclinada aos prazeres egoístas e a sua própria justiça.
            Aos que tomem ao Senhor, andando no caminho pela observância da sua Palavra e se submetem a vontade do Espírito Santo, deixando-se conduzir pala Sua Direção, certamente, não serão perfeitos, porém serão Santificados, separados para serem apresentadores das boas novas de Salvação e serão instrumentos e canais para a manifestação d a vontade e do poder de Deus de transformar pecadores em filhos de Deus.

             Então, esse homem sem medir as consequências, ou melhor, sem refletir no processo que passaria para conhecer como é amar com amor de Deus, viu-se cercado por amigos, “irmãos” de igreja que creem que suas condições de membro de uma denominação lhes outorgam poder para julgar a tudo e a todos.
Um dos seus julgamentos é afirmar que a Igreja Católica é a morada dos demônios e os espíritas são os demônios encarnados.

               Num determinado dia esses irmãos que já haviam praticado aborto, roubo, adultério dentro da igreja, e já até viveram homem com homem, e que hoje pregam que quem é homossexual não tem direito ao reino dos céus, e exploravam os filhos com trabalhos forçados e exaustivos, por serem admoestado das suas condutas, não de forma direta, mas através de ensinos bíblicos, encheram-se de ódio, e, juntos tramaram fazer silenciar esse homem.
        A estratégia foi desmoralizar a fonte (homem) e esvaziar o seu discurso (seus ensinamentos), e o expondo a execração pública, além de busca julgamento e condenação contra esse homem na justiça dos homens. Foram ao tribunal composto por um juiz católico e um promotor espírita, ou seja, pediram justiça a Deus, mas buscaram o favor do Diabo, desconsiderando a Palavra de Deus que nos orientam com relação a questão dentro do povo de Deus, na comunidade e dentro da igreja, pois “Quando alguém de vocês tem uma questão com outro, como ousam levar o caso para ser julgado pelo pagãos e não pelos membros da igreja? Então vocês não sabem que os cristãos é que vão julgar o mundo? E se é por vocês que o mundo vai ser julgado, seriam vocês indignos de julgar coisas menos importante? Vocês não sabem que nós havemos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas da vida cotidiana ! No entanto, quando vocês tem processo desta vida para serem julgados, vocês tomam como juízes pessoas que não tem autoridade da Igreja. Digo isso para que vocês se envergonham. Será que entre vocês não existe ninguém suficientemente sábios para servir de juiz entre os irmão? No entanto, um irmão é intimado em juízo por outro irmão, e isso diante de infiéis! Só de existirem questões entre vocês já mostra que vocês falharam completamente. Não seria melhor sofrer uma injustiça? Não seria melhor ser roubado? Ao contrário, são vocês que roubam (a oportunidade de Deus agir) e cometem injustiça (desobedecendo a Palavra); e isso com os próprios irmãos.” I Co 6.1-8.

                Esse homem foi acusado, julgado e condenado no mesmo modelo de Cristo, pelos seus irmãos e pelo seu povo, numa semelhança como a dos seus julgadores. Pilatos por causa do clamor público, mesmo não encontrando fatos reais, um conjunto probatório para condenação, lavou as mãos e os acusadores apresentaram acusações sem provas, tão somente insinuações, mas não fatos. A semelhança está no clamor público, na falta de provas materiais, e a condenação terem sido fundamentadas na palavra de duas pessoas que não provaram que disseram. Quanto às testemunhas nenhumas sem exceção viram coisa alguma, apenas ouviram dizer e inventaram históricas sem provas.

                O promotor que só conhecera o homem no dia do julgamento colocou na sua denúncia que esse homem buscou ser professor e pastor porque esses seriam ambiente onde esse homem teria as oportunidades para cometer os seus supostos delitos. Com isso dois legados seriam destruídos: o de professor por ser formador de opinião e formador de alunos em cidadãos éticos e como pastor, formador de homens de fé e sujeitos éticos para anunciar o Reino dos céus. Isso foi feito antes com o Senhor até o levarem a cruz e a morte. A cruz desse homem é caminhar com o peso do estigma, que apesar de difícil, não é pesada, pois o Senhor levou esse fardo e o seu Espírito tem consolado e conduzido esse homem no caminho da retidão e do amor.

               Na prisão, atordoado, angustiado, mas sem perde a fé, a esperança e a confiança em Deus, esse homem ouviu do Senhor as história dos seus servos lançados a cova dos leões que mesmo famintos não o tocaram, lançados na fornalha de fogo, não foram consumidos e o senhor estava com eles seus fiéis servos. E José vendido como escravo separado se sua família foi transformado em governador do Egito. A pergunta era recorrente. Porque e para, que estou preso? O que eu fiz?

             Até que um dia, na calmaria da vida e com p espírito tranqüilo é muito feliz, esse homem ouviu o Senhor que revelou a razão e o porquê do seu martírio: Para amar como CRISTO amou e ame é necessário passar pelo que ELE passou e isso esse homem pediu e por isso passou. Olhar nos olhos de quem tanto mal lhe fez e sem ressentimento oferecer perdão. Não somos insensíveis aos sentimentos ruins, mas submetemos a Deus as nossas vontades de justiça. Mesmo que o coração deseje a vingança, devemos insistir em nossas orações a liberação do perdão.

            Peço ao Senhor que abençoe o que abençoe e bendiga aos que me amam, porém sou eu quem Nome de Jesus abençoo os que me amaldiçoam e bendigo aos que me mal dizem e os declaro benditos, abençoados e perdoados todos os meus inimigos em nome do Senhor Jesus. Pois perdoa é muito mais que estender a mão.
E dizer eu te perdoo meu irmão usar a voz é fácil apertar a mão também o difícil é revelar o coração. Mas se o coração perdoa é fácil perceber pois o coração é cúmplice do olhar Perdão que  sai do olhar Perdão que sai do coração,é joia rara de encontra, E está na sinceridade de um olhar.

O olhar de CRISTO para os céus e clamar Pai, perdoa-lhes eles não sabem o que fazem.


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